Atacado e varejo: descubra quais são os principais desafios

Atacado e varejo: descubra quais são os principais desafios

Pricefy

3/1/2018

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September 6, 2021
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2018 foi o ano de recuperação da economia nacional. O Produto Interno Bruto (PIB) vai terminar o ano crescendo em torno de 1%. Soma-se a isso a redução da inflação, que está na faixa de 3%, conforme dados do Banco Central.

Esses números ilustram a expectativa de crescimento dos mercados, principalmente o de consumo. Nesse cenário, os setores de atacado e varejo preparam-se para investir em melhorias e estratégias de diferenciação, com o objetivo de conquistar, cada vez mais, os clientes.

Neste artigo, você vai descobrir quais são as expectativas de desenvolvimento dessa área e as práticas que estão sendo adotadas para enfrentar os desafios do mercado.

Como as grandes redes varejistas estão organizando suas equipes e seus processos internos? E por que os atacarejos — estabelecimentos que unem as duas formas tradicionais de comercialização — estão crescendo? Continue a leitura e descubra!

O panorama do atacado e do varejo em 2017

Antes de determinarmos as expectativas desse setor em 2018, é necessária uma avaliação geral do mercado em 2017. A palavra de ordem, no início do ano, era o corte de custos e o equilíbrio dos gastos pessoais, não é mesmo?

O desemprego em alta impactou, até mesmo, o consumo de bens e de produtos, amplamente ofertados pelos estabelecimentos atacadistas e varejistas.

Com isso, os gestores passaram a gerenciar com mais eficiência os custos e as tarefas operacionais onerosas, além da recorrente demissão de funcionários. Mas, após a implementação de reformas econômicas, houve um crescimento significativo do poder de compra, melhorando as perspectivas do setor.

Expectativas futuras são os motores que impulsionam o pensamento de um empreendedor. A partir desse aspecto, vamos listar algumas das novidades do mercado de atacado e varejo para o próximo ano.

Integração entre os canais de venda

A tecnologia impactou diversos mercados tradicionais. É de se esperar, também, que os atacadistas e varejistas implantem recursos tecnológicos para otimizar seus negócios.  

O Big Data — que envolve um grande volume de dados, usados para a tomada das melhores decisões estratégicas para o negócio — é apenas uma das inúmeras ferramentas que podem ser utilizadas. Os canais de venda, físicos e online, passam por um processo de união harmônica de cada uma de suas particularidades.

O consumidor do século XXI quer pesquisar os preços, a qualidade do atendimento e dos produtos ofertados. Com isso, é fundamental integrar as plataformas, para maximizar as vendas.

Práticas de precificação

Se, por um lado, o ambiente macroeconômico continua desafiador, os varejistas procuram manter a lucratividade de seus negócios.

Vender é a atividade-fim do comércio de bens e produtos. Por isso, os comerciantes procuram planos de vendas e políticas de descontos para engajar e, até mesmo, fidelizar seus clientes.

Conhecer os custos e as despesas, além de pensar em práticas e campanhas atrativas aos consumidores, possibilita diferenciar uma marca. É fundamental a análise periódica dos indicadores concernentes à precificação.

Pontos de venda menores

Um dos maiores custos dos atacados e dos varejos é o aluguel. Manter a conveniência dos consumidores e expor os produtos eficientemente é a nova regra a ser seguida. Lojas com área útil menor demonstram o objetivo dos novos centros de consumo: serem locais convidativos e confortáveis.

Existem inúmeros desafios para o setor em 2018. Preparar-se é sempre a estratégia mais efetiva para conseguir prosperar em um ambiente competitivo como o mercado brasileiro.

Desafios da área

Veja, agora, os desafios de curto e longo prazo que podem impactar a operação comercial.

Novo padrão de consumo

Uma das consequências da retração econômica é a alteração na forma tradicional de compra. Isso ocorre seja devido a uma cautela maior na hora de adquirir os produtos, seja na comparação de preços, por meio de sites de buscas.

Com isso, os proprietários de estabelecimentos devem procurar atender aos dois canais de venda — online e físico. Investimentos em infraestrutura e a criação de equipes especializadas para o atendimento ágil aos clientes são fundamentais às empresas.

Gestão de estoque no atacado e varejo

Não há dúvidas de que um estabelecimento de atacado ou varejo dependa muito de seu estoque. Uma operação otimizada e eficiente faz uso de sistemas que interliguem o estoque às demandas de compra no ponto de venda.

Vale lembrar que problemas com o estoque já geraram inúmeras crises mundiais. Exemplo isso é a crise de 1929, na qual houve uma produção de bens acima da demanda do mercado.

Por isso, a operação deve utilizar operadores logísticos e sistemas automatizados para gerir melhor o estoque. Encontrar o equilíbrio entre a oferta e a procura é o diferencial para uma atividade eficiente.

Custos trabalhistas

No ano de 2017, houve um grande debate sobre as reformas trabalhistas. É aguardado que esse projeto já seja implementado no primeiro semestre de 2018. Portanto, os proprietários de comércios atacadistas ou varejistas devem se informar sobre os impactos dessas mudanças empregatícias.

É preciso que comitês sejam criados para a verificação das novas formas de contratação e a capacitação dos profissionais do setor de RH — que devem adequar-se a esse novo panorama empregatício. Informação é a palavra-chave para compreender as mudanças que estão por vir.

O fenômeno dos atacarejos

Mesclar características de atacadistas e varejistas no mesmo estabelecimento: essa é a definição dos atacarejos. É comum que os atacados procurem vender quantidades maiores de produtos, atendendo aos comerciantes.

Como consequência, o preço tende a ser menor. Pensando nisso, as lojas passaram a vender aos consumidores com preços mais convidativos e condições que, anteriormente, só eram oferecidas para grandes compradores.

Há, ainda, os efeitos da crise econômica, que fizeram com que o fator custo das mercadorias passasse a ser predominante na definição de compra pelas famílias. Todo esse contexto ilustra a explosão de novas lojas atacarejistas em diversas cidades do país. Marcas tradicionais passaram a se reorganizar para atender nesse novo canal.

E então? Compreendeu quais são os desafios para os setores de atacado e varejo em 2018? A recuperação econômica é a nova realidade do país — e essa área é um dos pilares da economia nacional.

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